por edi cavalcante
Brian Jones

The Rolling Stones e sua formação original em foto de 1964, com Brian, 2º da esquerda para direita
Lewis Brian Hopkin Jones, o Brian Jones, que cultivava uma imagem mod, guitarrista, multiinstrumentista, fundador da legendária banda The Rolling Stones - nome escolhido por ele -, era quem criava, quem trazia influências exóticas para a sonoridade da banda até pouco antes de sua morte. Nascido em 28 de fevereiro de 1942, foi protagonista de uma morte cercada de violência e mistério. Segundo relatório oficial, a causa foi ingestão de álcool e drogas. Quando se pensa em Brian Jones, acha-se perfeitamente normal a conclusão a que chegaram.

Acima, Brian com Jimi nos bastidores do Monterey Pop Festival
Acontece que as coisas não pararam por aí. É sabido que depois que o empresário dos Stones, Andrew Loog Oldham, manobrou para transferir a liderança da banda em torno de Mick Jaegger e Keith Richards (Os motivos são vários. Desde o carisma de Mick, e o fato de que havia a necessidade de que a banda passasse a compor suas próprias músicas, o que daria uma vantagem mercadológia e financeira, e Brian não conseguia compor), deixou Brian Jones cada vez mais deprimido e alienado em relação à banda e aos companheiros Mick e Keith. Fazia 3 anos que os Stones não se apresentavam nos EUA, e conseguiram montar uma turnê. Mas Brian havia sido preso por posse de drogas e não conseguiu visto para entrar no país. Coisas como essa pioraram ainda mais a situação entre eles. Foi substituido por Mick Taylor (John Mayall’s Bluesbreaker) ainda antes de sua morte e os Stones retornaram às suas raízes de blues, exatamente como Brian havia apregoado.

Brian foi para Cotchford Farm, com a intenção de formar uma nova banda, “Yer Superblues”. Segundo Bill Wyman, baixista dos Stones, “ele estava animado como nunca com seus novos planos”. Também amigos que o visitavam nessa época, como Alexis Korner e Jimmy Miller, ficaram surpresos com sua boa forma. Consta que convidou John Lennon e Eric Clapton para participarem da nova super banda.
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Logo em seguida, em 3 de julho de 1969, Brian Jones morreu por suposto assassinato na piscina de sua casa, que estava em reforma, por um empreiteiro, Frank Thorogood, a menos de um mês após sua saida dos Rolling Stones. Foi durante uma comemoração dos operários em torno da piscina. O jornalista e escritor Christopher Andersen conta em seu livro “Mick Jaegger- Biografia Não Autorizada” (Editora Habra), que Brian chegou no meio da festa fazendo provocações. Jogaram-no na piscina sem saber que ele tinha pavor de água e ainda o tal empreiteiro ficou dando caldos em Brian. Com sua asma crônica, mais o pavor gerado pela situação, afogou-se. E ninguém fez nada. Ficaram todos paralisados, e quando sua namorada Anna Wohlin chegou em seguida, ele boiava na água. Ela tem certeza de que ele ainda estaria vivo, que se alguém tivesse tomado alguma atitude ele poderia ser salvo. Segundo testemunhas, Thorogood, em seu leito de morte, confessou seu crime para Tom Keylock, motorista dos Stones, que depois não confirmou o fato. Vem aí um filme, Stoned (doidão, título de uma música da banda), de Stephen Wooley, e estréia nesse mês na Inglaterra. Ele sustenta mais ou menos a história contada acima. O fato novo é que Jones devia cerca de 8000 libras a Thorogood pelas obras. As coisas não param aí. Um investigador descobriu que Brian havia prescindido dos serviços de Thorogood pouco tempo antes. E tem mais, outro investigador, fã de Brian, juntou documentos depois de 2 anos e meio de trabalho, a partir de informações colhidas de Pat Andrews, antiga namorada de Jones, com quem teve um filho. Ele não cita testemunhas, mas diz que acredita que os assassinos o atacaram no estúdio onde se encontrava. Inconsciente, colocaram sua cabeça na água, e já morto foi jogado de sunga na piscina. Será que conseguirão reabrir o caso ?

ele vai ficar na memoria no mundo inteiro
a morte de brian jones reflete a negação do cult, a negação das raizes do blues, arte, a musica de vanguarda, arte e suprimida pelos devaneios insanos de um capitalismo desmedido e que viria abolir a arte de vanguarda. Brian Jones como outros Jimi Hendrix, Janis Joplin, teriam espaço no mercado utilitarista dos porcos capitalistas. A cultura Pop de Vanguarda, contraria a realidade nao real, a cultura de vanguarda proporia a interatividade entre um mundo ficticio o normativo, o da rede do sistema e o mundo do psico-delico, ou seja a psique tentando buscar respostas para novos paradigmas existenciais e culturais.
em sintese, a psique delica, era uma proposta de elaboração de novas significações para o real, Brian Jones foi é e sempre será o grande e legitimo Rolling Stones, aos outros lamentavelmente so resta dizer que sao apenas seres circundantes em torno de uma alma cult, Brian Jones era e sera sempre esta certeza da essencia cultural pos vanguardista. Fui
Brian Jones o Criador dos rolling stones
imaginem se esse cara n tivesse nascido
esse lek mudou o mundo
paz